TV Gazeta ícone da TV Gazeta ícone da TV Gazeta +551131705643 TV Gazeta - Programação ao vivo, receitas, notícias, entretenimento, esportes, jornalismo, ofertas, novidades e muito mais no nosso site. Vem pra #NossaGazeta!
Av. Paulista, 900 - Bela Vista 01310-940 São Paulo SP BR
ícone da TV Gazeta TV Gazeta - Programação ao vivo, receitas, notícias, entretenimento, esportes, jornalismo, ofertas, novidades e muito mais no nosso site. Vem pra #NossaGazeta! TV Gazeta, Receitas, Revista da Cidade, Você Bonita, Mulheres, Gazeta Esportiva, Jornal da Gazeta, Mesa Redonda, Troféu Mesa Redonda, Papo de Campeões, Edição Extra, Gazeta Shopping, Gazeta Superofertas, Fofoca

Inflação em queda puxa juros para baixo

Comentário de Economia, com Denise Campos de Toledo.

Inflação em queda puxa juros para baixo Comentário de Economia, com Denise Campos de Toledo.
Logo do programa Jornal da Gazeta
A inflação em queda é um dos melhores dados da economia neste começo de ano. Claro que ainda é muito reflexo da recessão, da queda do consumo, do desemprego. Mas a composição geral dos índices melhorou, com uma pressão menor dos alimentos, o dólar mais baixo que ajuda, não só pelos produtos importados vendidos aqui, mas, também, por matérias primas e componentes que entram na produção local. É possível que a previsão de inflação caia ainda mais. As instituições que mais acertam já prevêem o IPCA em 4,42%. E no embalo da inflação em queda, os juros podem cair mais. O mercado prevê a selic em 9,5% no final do ano, mas o Banco Central pode ir além. É importante que haja um corte maior dos juros, em termos reais, além da inflação, para se garantir maior impacto nos juros do crédito, que é o que pode colaborar mesmo pra retomada da economia. Só que, por aí, o ânimo não é o mesmo. O Focus trouxe o terceiro corte consecutivo da previsão para o PIB deste ano, agora para apenas 0,48%. Difícil engatar um crescimento mais vigoroso, na saída de uma recessão como dos últimos. Muita coisa ainda pesa, como o desemprego, o endividamento elevado, o baixo nível de investimentos, o desequilíbrio das contas públicas que, além de reduzir a capacidade de o governo agir, para estimular a atividade, ainda afeta a confiança, que é importante na retomada. O que se espera é alguma aceleração mais para o segundo semestre, pelo efeito da inflação e juros mais baixos, da liberação das contas inativas do fundo de garantia, que pode reforçar o consumo, o avanço das concessões de infraestrutura e das reformas, como da Previdência. Reformas que vão no sentido de gerar uma confiança maior nas perspectivas da economia. A confiança que é importante para estimular investimentos, fazer com que os empresários apostem mais na própria atividade. Aliás, o corte dos juros, indiretamente, vai nessa direção. Para boa parcela dos empresários e mesmo investidores estrangeiros ainda é mais garantido aproveitar os ganhos financeiros do que apostar na expansão dos negócios. Eu volto na quinta. Até lá..
Leia mais sobre:
Siga o Jornal da Gazeta nas redes sociais